Brasil sem Fila

Saúde digital e prontuário eletrônico único

seu histórico de saúde vai com você

Propõe implantar um prontuário eletrônico único vinculado ao CPF e ao Gov.br, interoperável entre as redes pública e privada, e usar inteligência artificial para agilizar agendamentos no SUS.

No programa: [p. 25, 26]

O que o programa diz

Todos os anos, milhares de brasileiros morrem de doenças que poderiam ter sido tratadas a tempo, porque a informação sobre a própria saúde está espalhada em papéis, sistemas e unidades que não conversam entre si. O médico que atende hoje não sabe o que outro médico já descobriu. Esse trabalho foi iniciado no Governo Bolsonaro: criamos o Conecte SUS e a rede nacional que deu ao cidadão acesso ao seu histórico e começou a conectar os sistemas de saúde do país. Agora vamos concluí-lo. Vamos implantar o prontuário eletrônico único, vinculado ao CPF e integrado ao Gov.br, interoperável entre as redes pública e privada, com histórico completo de consultas, exames, vacinas e prescrições, sempre observados o consentimento do paciente, a LGPD, o sigilo médico e os protocolos de segurança O ganho é direto e pode salvar a sua vida. O médico do pronto-socorro saberá na hora quais remédios você toma e a que você é alérgico. O especialista não vai pedir de novo o exame que você fez no mês passado, nem fazer você esperar mais um mês pelo resultado. Um problema detectado no posto de saúde não se perde no caminho até o hospital. Você deixa de carregar pastas de papel e de repetir a mesma história em cada atendimento, e passa a ser tratado por quem já conhece o seu caso. Junto disso, vamos completar a digitalização do SUS e usar inteligência artificial para agilizar o agendamento de consultas e exames, ajudando a encaixar o paciente na primeira vaga disponível, para que ninguém mais fique meses aguardando uma marcação que poderia ser resolvida em muito menos tempo. [p. 25, 26]

Em linguagem simples

  • O texto afirma que as informações de saúde estão espalhadas em papéis, sistemas e unidades que não conversam entre si, e cita o Conecte SUS como início desse trabalho.
  • O programa propõe um prontuário eletrônico único, vinculado ao CPF, integrado ao Gov.br e interoperável entre as redes pública e privada.
  • O prontuário reuniria consultas, exames, vacinas e prescrições, observando o consentimento do paciente, a LGPD, o sigilo médico e os protocolos de segurança.
  • Segundo o texto, o médico saberia na hora quais remédios o paciente toma e a que ele é alérgico, e o especialista não pediria de novo exames já feitos.
  • Prevê também completar a digitalização do SUS e usar inteligência artificial para agilizar o agendamento de consultas e exames, encaixando o paciente na primeira vaga disponível.

O que não está no programa

  • Não apresenta prazo para implantar o prontuário único nem para completar a digitalização do SUS.
  • Não detalha como a rede privada seria integrada ao prontuário, se por adesão obrigatória ou voluntária.
  • Não define quais profissionais ou instituições teriam acesso ao prontuário e em que condições, além da menção ao consentimento do paciente.
  • Não apresenta meta de tempo de espera para consultas e exames.
  • Não indica custo nem fonte de recursos.