Brasil sem Medo

Mais presídios, menos bandidos soltos

Prevê 5 novos presídios de segurança máxima no modelo de El Salvador, isolamento de chefes de quadrilha e meio milhão de novas vagas prisionais em 4 anos, com os estados.

No programa: [p. 14]

O que o programa diz

O Brasil terá 5 novos presídios de segurança máxima no modelo adotado por El Salvador. Junto com os atuais 5 presídios federais, eles formarão o Complexo Federal de Segurança Máxima. Para tirar o medo do cidadão e botar medo no bandido, ele vai se chamar TREVA. Chefes de quadrilha e marginais de alta periculosidade serão tirados de circulação e isolados. Com isso, os bandidos vão deixar de controlar as facções criminosas de dentro dos presídios, como ocorre hoje. Eles vão viver sem celular, sem visita íntima e com visitas monitoradas. Em parceria com os governos estaduais, vamos criar meio milhão de novas vagas no sistema prisional em 4 anos e zerar o déficit carcerário. Quem comete crimes graves vai entender que prisão é punição. [p. 14]

Em linguagem simples

  • O programa prevê 5 novos presídios de segurança máxima, no modelo adotado por El Salvador.
  • Somados aos 5 presídios federais atuais, eles formariam o Complexo Federal de Segurança Máxima, que se chamaria TREVA.
  • Chefes de quadrilha e criminosos de alta periculosidade seriam isolados. O texto afirma que hoje eles controlam facções de dentro dos presídios e que isso deixaria de ocorrer.
  • Esses presos ficariam sem celular e sem visita íntima, e as visitas seriam monitoradas.
  • Em parceria com os governos estaduais, o programa propõe criar meio milhão de novas vagas no sistema prisional em 4 anos e zerar o déficit carcerário.

O que não está no programa

  • Não indica custo nem fonte de recursos para os novos presídios e as novas vagas.
  • Não informa onde os novos presídios ficariam nem o prazo para concluí-los; o prazo de 4 anos se refere às novas vagas.
  • Não descreve quais elementos do modelo de El Salvador seriam adotados.
  • Não define critérios para classificar um preso como chefe de quadrilha ou de alta periculosidade.
  • Não detalha como seria a divisão de responsabilidades com os estados nem qual é o tamanho atual do déficit carcerário.